sábado, 11 de julho de 2009

RIBEIRA - 335

ARROZ AMARGO
Silvana Mangano nasceu em Roma, Italia, em 23 de abril de 1930. Após o casamento com o produtor Dino De Laurentiis trabalhou com os nomes mais importantes do cinema italiano: Federico Fellini, Vittorio De Sica, Alberto Lattuada, Marco Ferreri, Pier Paolo Pasolini, Franco Zeffirelli, Tinto Brass e Luchino Visconti. Ela começou no cinema bem jovem, com apenas 16 anos, e em 1948, aos 18 anos, chegou ao estrelato pelo papel principal em "Arroz Amargo", do diretor italiano Giuseppe de Santis..
Silvana Mangano trabalhou com os mais importantes diretores italianos e europeus e foi um símbolo do cinema neo-realista italiano. Se casou com o produtor cinematográfico Dino De Laurentiis e teve quatro filhos: Veronica, Rafaella, Federico e Francesca. De personalidade bastante reservada, ela foi definida pelo diretor Alberto Lattuada que a dirigiu mais de uma vez, como "uma mulher cuja beleza é um resumo de classicismo e modernidade. Uma imagem na qual há toda a essência da grande pintura do século XV, mas que também poderia servir de modelo para os mestres modernos".
Seus filmes mais marcantes, além de "Arroz Amargo" foram "Teorema", "Morte em Veneza" e "Violência e Paixão", os dois últimos de Luchino Visconte. Ela morreu vítima de câncer no pulmão e era uma fumante inveterada. Silvana Mangano fez 40 filmes e ganhou seis prêmios por filmes que fez, dentre os quais "Morte em Veneza" e "Ouro de Nápoles". Sua morte ocorreu em Madri, na Espanha, no dia 16 de dezembro de 1989.
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RIBEIRA - 334

"À DERIVA"
Com a primeira exibição no Brasil de "À Deriva", de Heitor Dhalia, começou na noite desta quinta-feira, (9), o 2º Festival Paulínia de Cinema. Primeira produção internacional da carreira do diretor pernambucano radicado em São Paulo, o filme havia tido sua première mundial no Festival de Cannes, em maio passado, dentro da mostra Um Certo Olhar. Diretor de "Nina" (2004) e "O Cheiro do Ralo" (2006), Dhalia selecionou dois atores internacionais para integrar o elenco deste seu terceiro trabalho - o francês Vincent Cassel ("Instinto da Morte", em cartaz no Brasil) e a norte-americana Camila Belle. Ambos falam português. O ator francês porque visita frequentemente o Brasil a passeio e a atriz norte-americana por ser filha de uma brasileira. Nenhum dos dois esteve presente à sessão de Paulínia, que aconteceu no Theatro Municipal da cidade, com 1.300 lugares, e foi bastante aplaudida. O filme tem previsão de estreia em 31 de julho.
Com roteiro assinado pelo próprio Dhalia e Vera Egito, "À Deriva" retrata a crise vivida por um casal (Vincent Cassel e Debora Bloch), mostrada pelos olhos de sua filha mais velha, a adolescente Filipa (foto) - a estreante Laura Neiva, com 14 anos na época da filmagem. Há no filme uma sugestão de atração erótica entre a garota e o próprio pai - que está vivendo um caso com uma amante (Camila Belle). Na coletiva do filme, na tarde de ontem - sexta-feira, 11 - o diretor comentou o assunto. "Isso é construído no filme de maneira muito delicada, muito sutil. A gente nunca quis reforçar este aspecto". Dhalia destacou ter consultado vários psicólogos para poder abordar este tema e também a competição entre mãe e filha, outro detalhe importante no desenvolvimento do conflito familiar.
Para o diretor, seu filme não é sobre incesto e sim "sobre uma família". Ele destacou que a história incorpora diversos aspectos pessoais, embora não seja autobiográfica. Como a personagem de Filipa, Dhalia morou numa praia e vivenciou a separação dos pais aproximadamente com a mesma idade da protagonista. Presente à coletiva, Débora Bloch afirmou considerar sua personagem "muito tocante". E acrescentou: "Ela é uma mulher da minha geração. É muito bom conhecer a história que se está contando". Para ela, contracenar com Vincent Cassel foi igualmente muito agradável. "É muito facil trabalhar com ele. Além de ser um grande ator, é uma pessoa que se integra a toda a equipe", elogia. Ela frisou que a língua nunca foi uma dificuldade por Vincent, porque "ele fala muito bem o português, melhor ainda do que se ouve no filme".
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sexta-feira, 10 de julho de 2009

RIBEIRA - 333

BEM VINDO
Ao ser lançado na França, em março de 2009, o filme "Bem-Vindo", de Philippe Lioret, causou polêmica. O motivo foi denunciar os problemas legais criados por um professor de natação francês, Simon, pelo fato de ter abrigado e ajudado um imigrante ilegal, o jovem curdo Bilal. A produção estreia apenas em São Paulo. Na estreia dessa polêmica, o Partido Socialista francês redigiu um projeto de lei batizado de "Welcome", título original do filme, em que propôs a supressão do chamado "delito de solidariedade". Trata-se dos artigos de Código de Entrada e Estadia de Estrangeiros, que penalizam com prisão de cinco anos e multa de 30 mil euros quem ajudar, transportar ou abrigar qualquer imigrante ilegal na França.
Simon, professor de natação, faz tudo isso por Bilal, jovem curdo que procura há meses chegar à Londres, para reencontrar a namorada, Mina. Acaba de chegar a Calais, França, num campo de refugiados e não tem nem dinheiro nem permissão para seguir viagem. Divorciado, Simon sofre de um desespero amoroso semelhante, pois não consegue esquecer a ex-mulher, Marion.
O improvável encontro entre esses dois homens oferece a oportunidade para que o diretor Philippe Lioret construa uma crônica sólida de como a intolerancia contra os imigrantes se manifesta nos dias de hoje no continente considerado como o berço da cultura e da civilização; a Europa - cujo progresso econômico atrai sem cessar estrangeiros de todos os pontos do planeta.
Há um comentário político em cada cena do filme, mas ele não se traduz em nenhuma forma de discurso. O roteiro cria contexto para seus personágens com riqueza de detalhes não raro incômodos. Assiste-se à tentativa de Bilal e outros imigrantes ilegais de atravessar a fronteira francesa, escondidos num caminhão. Para passarem pela fiscalização, precisam enfiar sacos plásticos na cabeça e prender a respiração por alguns minutos - caso contrário, os sensores dos fiscais identificam o gás carbônico liberado. Bilal não aguenta e, por isso, ele e os companheiros são presos. Não sem antes ganharem números gravados com tinta indelével em suas mãos, detalhe que lembra os campos de concentração nazistas.
Liberados temporariamente, depois disso, para circular na cidade de Calais, os imigrantes de pele morena são destratados a cada passo. São mesmo impedidos de entrar em supermercados, ainda que mostrem seu dinheiro. Uma situação que perturba pessoas como Marion, a ex-mulher de Simon, uma voluntária especializada em assistência social a esses estrangeiros deslocados, sem futuro à vista.
Aparecendo na academia onde Simon leciona em busca de aulas de natação, Bilal tem um plano secreto: atravessar a nado o canal da Mancha e chegar a Londres a tempo de impedir o casamento arranjado para a sua namorada pelo pai dela. De nada adianta o professor advertí-lo sobre os perigos da jornada, que dura dez horas ou mais, em água gelada e sob risco da travessia de grandes navios. O paralelismo da angústia dos dois homens que, apesar das diferenças, encontram território comum para uma troca de experiencias, é o ponto alto do filme, que recebeu três prêmios no Festival de Berlim 2009 - melhor filme europeu da mostra Panorama, além dos troféus de Juri Ecumênico e da Lable Europa Cinemas.
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quinta-feira, 9 de julho de 2009

RIBEIRA - 332

ENTRE LENÇÓIS
O filme nacional "Entre Lençóis" trata de uma história de amor à primeira vista. A trama conta a história de Paula e Roberto, um casal jovem, bonito e atraente que se conhece em uma boate e, sem trocar muitas palavras, vai parar em um motel, onde passam toda a noite. "Todo mundo vive isso em algum momento: conhecer uma pessoa e querer transar imediatamente com ela", argumenta o diretor colombiano Gustavo Nieto Roa, que assina a sua primeira produção no país. "E para viver esses dois personagens, eu escolhi dois atores muito bons, nacionalmente conhecidos e muito bonitos", diz Roa. O filme foi rodado entre os meses de maio e junho de 2008, e quase todas as cenas foram filmadas em um quarto de motel, no Rio de Janeiro. Além de protagonistas, Gianecchini e Paola são os únicos atores do elenco, por isso os dialogos ganham grande destaque no roteiro, escrito por Renê Belmonte. "Este é um filme sobre a possibilidade de ser inteiro, de se jogar numa relação, descobrir alguém, sem o compromisso de aprofundar nada", comenta Giannecchini. "Todo mundo deveria ter a chance de viver uma experiencia como essa, de se apaixonar intensamente apenas por uma noite", completa.
Em seu primeiro longa como protagonista, Paola Oliveira conta que ficou à vontade para fazer as cenas de nudez."Cabia perfeitamente no texto. Dexei o pudor totalmente de lado", disse a atriz.
Um dos mais populares diretores de cinema em seu pais, Gustavo Nieto Roa é natural de Tunja, na Colômbia, e cultiva uma paixão antiga pelo Brasil. Esteve aqui pela primeira vez em 1965 documentando a recem-inaugurada capital federal. Na época, era diretor e produtor do departamento de Cinema e Televisão das Nações Unidas, em Nova York, para o qual trabalhou até 1972. Nesse período, viajou pela América, Europa, África e Ásia produzindo e dirigindo documentários para o seriado da NBC International Zone. Roa sempre quiz fazer cinema de ficção e, por isso, voltou à Colombia para se inteirar das suas necessidades. Atualmente, Roa desenvolve projetos de longas-metragem no Brasil, México e Colômbia. Em seus planos para 2009 incluem ainda a consolidação de uma produtora de filmes no Rio de Janeiro e pelo menos dois filmes realizados por ano aquí.
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quarta-feira, 8 de julho de 2009

RIBEIRA - 331

NINOTCHKA
Na primeira metade do século 20, os filmes do alemão Ernst Lubitsch ganharam fama mundial pela mistura de ironia, malícia e sofisticação. Da vasta obra de Lubitsch, 15 filmes serão apresentados na mostra "O Cinema de Ernst Lubitsch", a partir desta quarta-feira (8), no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo. Entre os destaques estão filmes de sua fase alemã, alguns clássicos como "Ninotchka" e "Ser ou Não Ser", além de raridades como o fragmento restaurado de "A Chama". Lubitsch (1892 - 1947) iniciou sua carreira como ator de teatro. Em 1912, descobriu o cinema. Nessa época, criou Meyer, um personagem cômico judeu que fez grande sucesso e que valeu a Lubitsch o convite para dirigir curtas e depois longas. Desse momento inicial da carreira do cineasta, a mostra do CCBB traz "Sapataria Pinkus", de 1916, o primeiro média-metragem realizado por Lubitsch, que também vive o protagonista Sally Pinkus.
Os filmes de Lubitsch produzidos entre 1918 e 1922 são comédias ou dramas históricos que fazem contraponto aos trabalhos expressionistas que ganharam destaque na Alemanha pré-nazista. Desse período, serão exibidos as comédias "A Princesa das Ostras" (1919), "As Filhas de Kohlhiesel" (1920) e "Gatinha Selvagem" (1921). Esses trabalhos revelam a sofisticação que se tornaria marca registrada de Lubitsch em sua fase americana e que seria um dos ingredientes do que se convencionou chamar "toque de Lubistsch". "A CHAMA" (1922)encerra a fase alemã do cineasta. Segundo Lubitsch, o filme junto com "Der Rausch", é a realização mais completa das produções alemães que fez. Os americanos descreveram a estética deste trabalho como "Art Noveau cinematográfico". "A Chama" não foi preservado e resta apenas um fragmento de 43 minutos do filme, que será exibido na mostra.
Sobre a fase alemã do cineasta, a mostra exibe o documentário "Ernst Lubitsch em Berlim, de Robert Fischer. O filme reconstrói a vida e a carreira do cineasta em Berlim dos anos 10 e 20 e traz depoimentos de sua filha Nicole e de cineastas contemporâneos como Tom Tykwer. Lubitsch partiu para os EUA em 1923 para produzir "Rosita". Com a ascensão do nazismo, o cineasta, filho de um alfaiate judeu, perdeu sua cidadania alemã. Em 1936 tornou-se cidadão americano e nunca mais retornou à Alemanha. É durante sua fase americana que Lubitsch produziu suas obras mais conhecidas, como "Ninotchka" (1939), com Greta Garbo e roteiro de Billy Wilder, e "Ser ou Não Ser" (1942), que serão exibidos na mostra. Esses filmes trazem outros elementos que compõem a "marca de Lubitsch" como uma certa malícia para lidar com temas sensuais em um período de censura nos EUA e uma fina ironia ao lidar com questões políticas. Os filmes que serão projetados, são: dia 8 de julho, "Ana Bolena" e "Ser ou Não Ser"; quinta, dia 9, "A Viúva Alegre" e "As Filhas de Kohlhiesel"; sexta, 10,"Gatinha Selvagem" e "Não Quero Ser Um Homem"; sábado, 11 "Sapataria Pinkus", "A Oitava Esposa de Barba Azul" e "Ernst Lubitsch em Berlim"; domingo, 12. "A Princesa das Ostras", O Pecado de Cluny Brown" e "Os Olhos da Múmia"; quarta, 15, "A Chama" e "Ninotchka". No dia 19 de julho será exibido "O Anjo",encerrando a mostra.
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RIBEIRA - 330

KARL MALDEN
Karl Malden nasceu em Chicago, no dia 22 de março de 1912. Ator, considerado pessoa expansiva, recebeu os prêmios Emmy, Óscar e Golden Globe. Como ator, era o mais antigo em atividade em Hollywood, com sete décadas de carreira. Nascido filho de imigrantes iuguslavos, Karl Malden trabalhou nas siderurgias de Gary, Indiana antes de matricular-se no Colégio de Arkansas. Embora jamais fosse um ator para brilhar no estrelato, Karl tinha coisa bem peculiar: o seu nariz como um bulbo. Ele participou da Escola Dramática de Chicago e, em seguida, se mudou para Nova York, onde, em 1937, estreiou na Broadway, na peça "Garoto de Ouro". Três anos mais tarde ele fez sua estreia no cinema no papel de microscopista em "Eles Sabiam o que Queriam", de 1940, que também apresentou umo outro astro, Tom Ewell. Embora servindo o Exército da Força Aérea durante a Segunda Guerra Mundial, Karl Malden pode fazer filmes épicos, como foi o caso de Winged Victory, em 1944. Desde então, ele se apresentou como uma figura de proa e teve um contrato com a 20º Century Fox. Em 1947 interpretou o papel de Malden Mitch, um antigo namorado de Blanche DuBois, de Tennessee Willians, na peça "Um Bonde Chamado Desejo", Boadway.. Ele repetiu o personagem quando da realização do filme "Casa Comigo", sobre mesma história, em 1951, o que lhe valeu o Óscar.
Karl Malden dirigiu, em 1957, o seu filme "Guerra da Coreia", seu único trabalho como realizador. Ele ficou conhecido dos fãs na década de 70 como o Tenente Mike Stone, na série "The Streets" como um policial durão de São Francisco. Hoje, os seus familiáres dizem que Karl Malden morreu no dia 1º de julho de 2009 com quase 97 anos. Seu nome completo era Mladen George Sekulovich. Em 1989, Malden foi eleito presidente da Academia de Ciências e Artes do Cinema". Em 1997 ele escreveu sua autobiografia "Quando eu Começo?".
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terça-feira, 7 de julho de 2009

RIBEIRA - 329

ELIZABETH TAYLOR
Elizabeth Rosemond Taylor nasceu em Londres, a 27 de fevereiro de 1932, filha de pais norte-americanos, tendo se mudado para os Estados Unidos em 1939. Começou a carreira cinematográfica ainda criança, quando foi descoberta aos dez anos. Contratada pela Universal Pictures, filmou There's One Born Every Minute, mas não teve o contrato renovado. Assim como o amigo pessoal Mickey Rooney, revelou talento participando de filmes infanto-juvenis, como na estréia em 1943 num pequeno papel da série Lassie. A partir de então, apaixonou-se pela profissão e parmanecer no estúdio tornou-se o maior sonho.
Evoluindo como atriz talentosa e respeitada pela crítica, nos anos 50 filmaria dramas, como "Um Lugar ao Sol", com o ator Montgomery Clift, "Assim Caminha a Humanidade", com Rock Hudson, ambos atores homossexuais e dos quais se tornou grande amiga. Nessa década faria ainda "A Última Vez Que Ví Paris", ao lado de Van Johnson e Donna Reed. Apesar de não gostar do apelido Liz, como é mais conhecida, é reverenciada como uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos: a marca registrada são os traços delicados e olhos de cor azul-violeta, emoldurados por sobrancelhas espessas de cor negra. Celebridade cercada por intenso glamour e diva eterna dos anos de ouro do cinema norte-americano, é uma compulsiva colecionadora de jóias.
Certa vez, o amigo, o mágico David Copperfield convidou para uma das apresentações e fez sumir das mãos um dos anéis favoritos. Liz, simpaticamente e aos gritos divertiu a platéia manifestando um momento de desespero ao ver o anel sumir. Ficou famosa também pelos inúmeros casamentos (oito ao todo), sendo o mais rumoroso o com o ator inglês Richard Burton, notório pelo alcoolismo, com quem se casou duas vezes e fez duplas em vários filmes nos anos 60, como o antológico Cleópatra, o dramático "Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?", em que ela ganhou o segundo Oscar. O primeiro Oscar foi em 1960 pelo papel de call-girl de "Disque Butterfield 8" Nessa década, com o reconhecimento do prêmio máximo do cinema mundial, consagrou-se como a mais bem paga atriz do mundo.
Foi pioneira no desenvolvimento de ações filantrópicas, levantando fundos para as campanhas contra a AIDS a partir dos anos 80, logo após a morte de Hudson. A despeito de ter nascido fora dos EUA, em 2001 recebeu do presidente Bill Clinton, a segunda mais importante medalha de reconhecimento a um cidadão norte-americano; a Presidential Citizens Medal. A medalha foi oferecida pelos trabalhos filantrópicos. Nessa época se agravaram os problemas de saúde, ganhando peso e sendo levada a internações recorrentes em hospitais. Liz, que sofre de diabetes, também já enfrentou uma cirurgia para retirar um tumor do cérebro em 1997. Elizabeth Taylor ja esteve nas frentes da câmera por 65 vezes. Seu último filme foi These Old Broads.
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